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Verão 1993
um filme de Carla Simón
Estreia: 18-10-2018
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Com

Laia Artigas, Paula Robles, Bruna Cusí, David Verdaguer, Fermi Reixacha 

Info
Título Original: Estiu 1993
Género: Drama, Família
País: Espanha
Duração: 96'
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Espanha, Verão de 1993. No comovente filme auto-biográfico de Carla Simón, após a morte dos seus pais, Frida, de seis anos, enfrenta o primeiro Verão com a sua nova família adoptiva, na Catalunha. Antes do fim da estação, a menina tem de aprender a lidar com as suas emoções e os pais adoptivos têm de aprender a amá-la como se fosse filha deles. Marcado por momentos de exuberância infantil e pensamentos amadurecidos, este drama de crescimento, passado entre tonalidades veranis, é um retrato extraordinariamente enternecedor de como ser criança num mundo de adultos, assente nos desempenhos impecáveis das duas jovens estrelas.

The Guardian
Festivais e Prémios

Festival de Berlim - Melhor Primeiro Filme e Grande Prémio do Júri / Generation Kplus 

Notas da Crítica

Esta estreia auto-biográfica da realizadora espanhola, de 32 anos, é um tesouro. Na sua subtileza, riqueza e afecto, é absolutamente cativante – complexa e simples em simultâneo. Também é muito comovente. Summer 1993 fala da infância e da relação tensa de uma criança com o mundo dos adultos e conta com um dos mais miraculosos desempenhos de crianças que tenho em memória, apesar de os conceitos “desempenho” e “actuação” serem insignificantes para crianças destas idades: duas meninas de seis e três anos.

Simón tem uma forma magistral de controlar cenas longas e sem falas, apenas com Frida e Anna: a essência de crianças a brincar sem um objectivo, percebendo, com espanto, que algo de muito errado se passa. O filme ilustra várias cenas de deitar ou tomar banho e deixa-as desenrolarem-se, dando a ideia de tempo real. Há uma grande sabedoria nisso. É um filme encantador.” – The Guardian


Comoventemente subtil, com actuações maravilhosas. - New York Times


Uma obra extraordinária e bela de luto e memória.- Village Voice 


No fim, Summer 1993 revela-se um filme belo sobre a força da repressão (...) de uma epopeia afectiva em que o paraíso perdido da infância e os cumes do desespero nunca nos pareceram tão próximos. - Le Monde


(...) um dos filmes espanhóis mais impressionantes do ano. - El País