Uma mãe solteira viúva com muita garra, dá por si com o fardo de ter a guarda exclusiva do seu filho de 15 anos, que sofre de Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA). Enquanto ela tenta sustentar ambos e lida com esta situação difícil, Kyla, a nova e peculiar vizinha da frente, oferece-se para a ajudar. Juntos encontram um novo sentido de equilíbrio e esperança.
Festival de Cannes - Prémio do Júri
O que é notável nos filmes de Dolan é o modo como ele tem construído um linguagem sua e como cria histórias dentro do seu universo, que estão em linha com a sua geração e os nossos tempos - Time Out Lisboa
MAMÃ é uma obra de tremendo fôlego (...) é a honestidade emocional que transforma MAMÃ num grande filme, numa história com o coração exposto... A não perder. - Sábado
MAMÃ é um drama comovente sobre amor entre mãe e filho e o sentimento permanente de superação, obstinação e esperança. - Jornal i
MAMÃ é um tour de force sentimental (...) Temos cineasta. - Sol
Uma coreografia fusional que, sente-se, é intensa, é breve e vai sair derrotada: o filme toma a forma da relação, é vulgar e sublime, é histriónico e delicado, fazendo corpo com personagens, sentimentos e com o melodrama - Público
O filme interpela-nos, surpreende-nos. - Expresso
Uma das obras mais virtuosas do ano. Incontornável! - Magazine HD
Competindo pela Palma de Ouro em Cannes, este retrato explosivamente emocional da relação perturbada mãe-filho, é o trabalho mais substancial até à data do realizador Xavier Dolan, de 25 anos. - Hollywood Reporter
Um trabalho caloroso, comovente e, acima de tudo, original - Variety
MAMÃ é um filme que nos enche o coração, que o parte e que nos deixa arrebatados.- Vanity Fair
A exuberância, estilo e pura excentricidade são contagiosas - Financial Times
Com este melodrama elétrico sobre as desventuras de amor duma mãe solteira, do seu filho delinquente e da tímida vizinha deles, o sistema Dolan, feito de ênfase e lirismo, carbura com toda a força. - Les Inrockuptibles
MAMÃ é maravilhosamente híbrido : meio-naturalista e meio-«bigger than life», por sua vez terra-a-terra, mas também cheio de devaneios sumptuosos líricos ou oníricos. - Télérama
MAMÃ é O filme deste início de temporada, um amor de filme, aquele que nos perturba. - Libération
