Uma família sueca viaja para os Alpes Franceses para desfrutar de uns dias de esqui. O sol brilha e as pistas estão espetaculares, mas durante o almoço num restaurante na montanha, uma avalanche vai provocar o caos. Com os comensais a fugir em todas as direções, a mãe Ebba chama pelo seu marido Tomas, enquanto tenta proteger os seus filhos. Tomas, entretanto, está a fugir para se salvar…
Festival de Cannes - Prémio do Júri Un Certain Regard
Globos de Ouro - Nomeação para Melhor Filme Estrangeiro
Festival IndieLisboa - Filme de Encerramento
O cinema punk rock de Ruben Östlund tem finalmente direito ao circuito comercial português (...) Com um sentido de controlo afiado e cortante, Ruben Östlund encena uma observação humana que desemboca numa noção de falhanço do homem moderno. - Diário de Notícias
Estudo sobre a masculinidade, FORÇA MAIOR é extraordinário na sua aparência de simplicidade. Subtil, emocionalmente inteligente e nunca perdendo o sentido de humor, é um dos raros filmes que obriga o espectador a colocar-se na pele do seu protagonista e a sair da sala de cinema com mais perguntas do que respostas. - Sábado
O que é que uma avalanche nos Alpes franceses pode revelar do carácter humano? Muita coisa... A prova está no magnífico FORÇA MAIOR. - Time Out Lisboa
Um dos filmes escandinavos mais sólidos dos últimos tempos - Expresso
Östlund convida-nos a olhar para nós mesmos com sinceridade. Ele aponta as nossas discrepâncias, tenta fazer-nos assumir a responsabilidade pelas nossas piores hipocrisias. FORCE MAJEURE é um filme assustador. Limpa a nossa camada superficial e revela a verdade gélida que está por baixo – The Guardian
Visualmente deslumbrante até nos seus momentos mais banais e emocionalmente perceptivo – Variety
O cineasta Ruben Östlund alterna entre o humor e o thriller psicológico, enquanto redefine a coragem e a família. FORCE MAJEURE é um choque. Nem vamos perceber o que nos atingiu. – Rolling Stone
Esta abordagem genial e maldosamente divertida da complacência burguesa, estereótipos de género e presunções, bem como a ilusão da segurança, esfregam-nos a cara na fragilidade humana tão incansavelmente como qualquer filme de Michael Haneke. – New York Times
